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sábado, 5 de Novembro · 15:00 - 18:00
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TEMPLO ESTRELA DO ORIENTE
GOIÁS, 548 PIEDADE
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro)
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| Criado por | |
| Mais informações |
Queridos irmãos
O Templo Estrela do Oriente convida para a palestra gratuita: "O CANDOMBLÉ E SUA RELIGIOSIDADE" Tópicos a serem abordados: • A Matriz Africana • As Culturas Nagô, Jêje E Bantu • Divindades: Orixás, Inkices e Voduns • Os Princípios Filosóficos e Religiosos: Ética e Moral • O Culto e Suas Razões • Candomblé e Natureza: A Busca do Equilíbrio • As Primeiras Organizações de Culto no Brasil • Espaço Para Perguntas/Debates Palestrante: • PAI MÁRCIO DE JAGUN • Babalorixá com 31 anos de iniciação pelas mãos de Josemar de Ogun; há nove anos Zelador do Ilê Axé Obaluaiyê em Pedra de Guaratiba/RJ; diretor do Instituto Ori; apresentador do Programa Ori na Rádio Metropolitana/Rio; autor das obras “Ori: a Cabeça como Divindade” e “Ewé-a Chave do Portal”; articulista; professor universitário e advogado. • Dia 05/11/2011 – Sábado • Horário: 15 hs • Local: Templo Estrela do Oriente • Rua Goiás, 548 – Piedade - RJ • Tels: (21) 2597-1323 ou (21) 9949-5494 • www.temploestreladooriente • teo@temploestreladooriente Será uma honra tê-los conosco! Fiquem com Deus |
seguidoes
domingo, 30 de outubro de 2011
Eventos
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Pendulo- ( Radioestesia)
PÊNDULO (RADIOESTESIA)
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Autor do texto: Ana Luiza Barbosa de Oliveira.
Introdução
O termo radioestesia (ou em inglês, dowsing) vem do latim radius, radiações, e do grego aesthesis, sensibilidade, ou seja, radioestesia significa literalmente sensibilidade a radiações.
Os chamados radioestesistas alegam ser capazes de captar radiações de diversas origens, incluindo objetos inanimados (águas subterrâneas, metais preciosos,etc), seres vivos (pessoas e seus órgãos internos), e até mesmo de espíritos. Mais que isso, alegam também poder analisar estas radiações, de forma a atribuir-lhes uma qualidade positiva (benéfica) ou negativa (prejudicial).
Técnicas de radioestesia são largamente empregadas em pseudociências ou outras atividades associadas a fenômenos "paranormais".
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As alegações dos radioestesistas:
Os instrumentos
Apesar de alguns radioestesistas afirmarem sentir diretamente as radiações, a maioria deles utiliza ferramentas que ajudam a focalizar esta energia. As mais comuns são as seguintes:
Pêndulos: qualquer objeto simétrico preso a um fio. Geralmente, são feitos de madeira, cristal ou metal; Varinha ou forquilha: é a ferramenta mais comumente associada à radioestesia e consiste de uma haste em Y de madeira ou metais, sendo geralmente utilizada para a prospecção de água e metais:
Dual-rod: são duas varinhas apoiadas em um suporte, por onde o radioestesista as segura de forma a permitir sua livre rotação. Também conhecida como varinha em L, devido sua forma:
Para os radioestesistas profissionais, que exigem uma qualidade superior em seus instrumentos, existem versões mais sofisticadas, como, por exemplo, o Aurameter, anunciado como um dos mais sensíveis instrumentos do mundo.
A teoria, segundo os radioestesistas:
Como é comum entre os pseudocientistas, parte dos radioestesistas não tenta oferecer uma explicação sobre como este fenômeno funciona, dizendo que o seu mecanismo ainda não foi desvendado.
Dentre aqueles que oferecem uma explicação, esta geralmente consiste em interações entre os campos de energia e os músculos do corpo. Em outras palavras, os campos de energia causam pequenas contrações musculares, que são amplificadas pelas ferramentas de radioestesia. Como estas ferramentas apenas amplificam as vibrações captadas pelo operador, não importa de que material são feitas. Como não poderia deixar de ser, em função da variedade de objetos e formações que podem ser localizadas pela radioestesia, vários tipos de campos energéticos foram sugeridos como possíveis candidatos para explicar os fenômenos radioestésicos, entre eles: gravitacional,eletromagnético, radioativo, sísmico (o campo de tensões próximo a fraturas, fissuras e falhas), geotérmico ou geoquímico. A forma como a energia destes campos é captada pelo nosso sistema neuro-muscular, entretanto, não é detalhada. Por outro lado a associação Dowsers Canada oferece uma explicação alternativa: a intuição. A técnica de radioestesia é então chamada de IT (Intuition Technology), ou tecnologia da intuição, provavelmente um trocadilho com o termo tecnologia da informação, muito empregado atualmente. De acordo com a Dowsers Canada, os seres humanos funcionam como um receptor de rádio, que pode ser sintonizado a uma chamada "Força para o Bem". Na radioestesia, então o praticante treina seu sistema muscular para funcionar como uma conexão entre a parte intuitiva de sua "equipe mente-cérebro" e uma ferramenta que indica a natureza da mensagem (como um amplificador ligado a um alto-falante). Como nossa "equipe mente-cérebro" é bastante poderosa, nós poderíamos programar os sinais resultantes. Por exemplo a "Força para o Bem" aparentemente usa um movimento circular no sentido horário (para um pêndulo) para sinalizar uma resposta positiva e um movimento anti-horário para uma resposta negativa. Através deste site, você pode comprar livros que detalham melhor a técnica, de autoria de John Living, indicado como um dos maiores especialistas mundiais no assunto. Outro texto de John Living, disponível na Internet, ensina especificamente como localizar minas terrestres através da radioestesia. Neste caso, por se tratar de uma atividade perigosa, a correta atitude mental é bastante enfatizada. Assim, John Living diz "A intenção por trás de suas ações é crítica. Se sua intenção é ganhar dinheiro ou ser capaz de arar a terra de sua fazenda, então você está em busca de ganho pessoal, e, historicamente, Deus e os Anjos Guardiães não são a favor de que seus poderes sejam usados para ajudar objetivos egoístas." Antes de proceder, você deve perguntar a seu pêndulo se é seguro prosseguir, já que "seu Anjo Guardião pode saber que hoje pode ser um dia ruim... Você seria muito tolo de não seguir este conselho!" Mais para a frente, John Living ensina que, como diz um antigo ditado, similar atrai similar (?!) e portanto uma vantagem extra pode ser conseguida utilizando-se uma mina desarmada como o peso de seu pêndulo, de preferência com algum explosivo ainda em seu interior. As instruções do site são bastante detalhadas, chegando a ponto de frisar que a indicação de que uma mina foi encontrada deve ser feita quando "o pêndulo estiver sobre o item, e não quando VOCÊ estiver sobre o item - se fosse uma mina e você esperasse até estar sobre ela, ela teria explodido!" Vários sites na Internet oferecem informações para aqueles que queiram se iniciar na radioestesia. Alguns pontos de partida são a American Society of Dowsers e a British Society of Dowsers
O que dizem os céticos:
A explicação dada pelos céticos para os fenômenos da radioestesia baseam-se no chamado efeito ideomotor, isto é, a "influência da sugestão na modificação e direcionamento do movimento muscular, independente de volição [vontade consciente]", identificado pelo psicólogo e fisiologista William B. Carpenter em 1852. Carpenter mostrou que vários fenômenos sobrenaturais possuíam uma prosaica explicação científica. Ele não negou a existência do fenômeno, nem a honestidade das pessoas envolvidas, mas apresentou uma explicação não paranormal para fenômenos como radioestesia, pêndulos e tábuas Ouija (mesa onde se pratica a "brincadeira" ou "jogo" do copo): minúsculos movimentos musculares inconscientes, produzidos por sugestão, eram responsáveis pelo movimento dos objetos envolvidos.
Apesar deste fenômeno ser conhecido e descrito ao longo de um século e meio, muitas pessoas, inclusive cientistas, o desconhecem. Apesar de ser o próprio operador que move as varinhas, pêndulos, etc, ele próprio não está consciente e atribui o fato a forças externas, radiações ou outras emanações. É interessante notar que mesmo estando consciente do efeito ideomotor, as pessoas ainda experimentam suas conseqüências, tendo em vista que ele é independente de vontade consciente | |||
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Exu 7 Catacumbas
Exu 7 Catacumbas
meus irmaos encontrei este post na weB;
trouxe para dividir com Voces, abracos fraternos e ase.
Sério, bravo, nervoso, bondoso, não tem misericórdia de espíritos que atrapalham o sossego alheio, no entanto é um fiel protetor e grande conselheiro de todos que queiram fazer do seu mundo um lugar melhor pra se viver.
Esse poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas.
Onde ele fica pode ter certeza não fica um egum por perto.
Uma característica muito impressionante é que quando ele vai embora
arrasta consigo tudo de ruim que houver no terreiro.
Características de Mestre 7 Catacumbas
Catacumbas é um poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas.
Onde ele fica pode ter certeza não fica um egum próximo e uma característica muito impressionante é que quando ele vai embora arrasta consigo tudode ruim que houver no terreiro.
Sério, bravo, nervoso, bondoso, não tem misericórdia de espíritos que atrapalham o sossego alheio, no entanto é um fiel protetor e grande conselheiro de todos que queiram fazer do seu mundo um lugar melhor pra se viver.
Você que trabalha com o Catacumba, já recebeu seu auxílio ou mesmo se familiariza com ele venha conhecê-lo.
Deixe comentários sobre suas experiências com essa entidade,
perguntas, pontos e ajude outras pessoas na fé destes grande guardião.
Atribuições de 7 Catacumbas no plano espiritual
Catacumbas, assim como a grande maioria dos Exús, é uma espécie de policial, executante das ordens de todos os Orixás no plano mais denso.
É o mensageiro, o que entra e sai das zonas umbralinas, sem temor, assumindo uma forma ameaçadora para fazer-se respeitar.
Sem Exú a força dos Orixás não atuaria no mundo, pois são eles os operários incansáveis.
Temido por não admitir a desobediência, é ele quem aplica os castigos de quem é também guardião, fazendo, na verdade, cumprir a lei de causa e efeito e desmanchando todo tipo de magia negra.
Mesmo punindo, quando há mérito, Mestre 7 Catacumbas cura, concede maiores facilidades em alcançar o que desejamos.
É um faxineiro do astral, porque purifica os ambientes e pessoas.
É comum ver-se suas legiões preocupadas em alertar contra males, jamais trabalhando contra a lei divina do amor.
O Mundo de Sete Catacumbas
Há vários equívocos envolvendo Exús e Pomba-giras.
Alguns deles referem-se às suas funções como foi falado em outras postagens.
Mas também se faz muita confusão a respeito de nomes, faixas de vibração ou melhor, domínio onde encontramos a energia de vibração para entrarmos em contato com certas entidades.
Algumas vezes vamos a um determinado centro ou terreiro no qual nos dizem que nosso guia, caboclo, mentor ou Exú possui tal ou tal nome.
Mais tarde ao sermos atendidos em outro terreiro nos dão um nome diferente do primeiro.
Vamos tentar tirar a dúvida do por que disto acontecer com tanta freqüência.
Para isso é preciso entender que os Exús não são obrigados a conhecerem todos entre si.
Pois possuem funções semelhantes dentro do plano espiritual.
Mas como em uma grande empresa não há como conhecer todos os colegas de diversos setores e funções.
Eles são trabalhadores das faixas umbralinas e de regiões que se localizam entre o mundo material e espiritual.
Podendo cada um ter passagem livre para qualquer uma das faixas de
vibração menos densa que a sua.
Mas podendo exercer toda força da sua energia somente dentro do campo ao qual está designado a trabalhar.
Podemos citar algumas dessas faixas para facilitar o entendimento, mas isso não vai traduzir na integra a grandiosidade e a complexidade dessa região do plano astral.
No primeiro plano teríamos os Exús Ciganos, de Rua,Encruzilhadas e Exús das Matas, que são verdadeiros pára-médicos socorristas, são eles que dão os primeiros socorros ou ficam de prontidão observando desencarnados errantes, enquanto comprem ao mesmo tempo o trabalho de senhores do sofrimento cármico de acordo com o merecimento de cada um.
São eles que assustam e amedrontam, tornando o estágio errante ainda mais aterrorizador, daí sua aparência séria e sua conduta às vezes até mesmo algoz.
Por outro lado auxiliam ao perceberem o real arrependimento e desejo de melhorar-se.
Costumo dizer que quem vai trabalhar com estudantes leva livros, quem vai trabalhar com doentes leva remédios, mas quem vai trabalhar com "bandidos" vai armado.
Se os Exús cumprindo sua função espiritual tentassem aplicar as lições que só o sofrimento ensina com uma aparência menos austera do que aquelas que usam, seriam como uma professora que não impõe respeito, disciplina e energia a alunos levados.
Sendo assim não poderiam apresentar-se de forma diferente.
Tudo isso é uma espécie de uniforme de trabalho.
Se partirmos do principio de que nenhum deles exerce a função no lugar onde habitam por obrigação, mas sim por vontade e pelo simples desejo de auxiliar nosso desenvolvimento espiritual, compreenderemos o grande amor que cada um possui dentro de si.
Assim como temos os Exús Ciganos, de Rua, Exús das matas e tantos outros que vibram dentro de uma freqüência que se localiza em pontos de energia entre o nosso mundo material e o mundo espiritual como num duplo etérico do nosso planeta, temos também os Exús de almas,
cemitério ou Kalunga, o que é o caso do Exú Caveira, Maria Padilha das Sete Catacumbas, Maria Mulambo, Maria Quitéria, Exú Sete Catacumbas, Sete Liras (Lúcifer) e tantos outros.
A função dos Exús de almas é vibrar com uma freqüência tão densa que podem ir e vir das áreas mais profundas das zonas umbralinas.
Enquanto os Exús de rua vibram em áreas localizadas em regiões mais próximas a nós, socorrendo os desencarnados errantes.
Os Exús de almas mantêm espíritos de vibrações primitivas, presos a seus carmas umbralinos enquanto isso for necessário para seu aprendizado.
Todos os Exús são onipresentes, ou seja, podem fazer-se presentes em um local e através do pensamento ir e vir e também fazerem-se sentidos e ouvidos em outros lugares ao mesmo tempo.
Aqui é importante ressaltar que Exús de Rua vibram numa freqüência que varia da sua faixa de vibração até nosso universo material, enquanto que os Exús da entrada umbralina relaciona-se ao portão da Kalunga ou cemitério, aos quais chamamos aqui de Falange das
Caveiras.
Eles podem vibrar das primeiras faixas densas do Umbral onde habitam até nosso universo material, no entanto não adentram as faixas mais densas as quais pertencem aos Exús das faixas mais profundas.
Se pudéssemos comparar o Umbral a um edifício subterrâneo de nove imensos andares, Sete Catacumbas estaria trabalhando em uma freqüência localizada no terceiro andar de baixo para cima, ficando as outras duas últimas sobre a guarnição das falanges de Lúcifer
(Exú 7 Liras) e Omolu (muito confundido com o Xapanã do Batuque e Obaluaiê do Candomblé).
Estes possuem livre passagem em todas as faixas e assim chegam a nós.
Daí a confusão muitas vezes criada onde certa entidade "erra" o nome do Exú de alguém.
Um Exú de Rua teria perfeitas condições de reconhecer outro Exú da mesma faixa sem margens de erros.
Mas no momento que tentar identificar um Exú que vibra em uma região
inferior apenas acertaria o povo, Kalunga por exemplo, mas dificilmente conseguiria identificar com exatidão nome da falange que ele representa.
Pois não tem um contato direto com ela, a não ser que esta esteja já em um estágio de afinidade e com o médium já desenvolvido.
Sete Catacumbas e o Catimbó
Catimbó é uma miscigenação da feitiçaria européia acrescida grandemente por diversos elementos do cristianismo que chegando ao Brasil foi se misturando aos cultos de raízes indígenas e africanas.
O Catimbó cultua santos católicos e também possui uma rica a simbologia baseada em tradições indianas, egípcia e greco-romana.
No Norte do Brasil o Catimbó baseia-se no culto em torno da planta Jurema, onde essa erva é seu principal elemento, mas em todo
país cada um dos Mestres possui um erva de fundamento.
Se tivermos que caracterizar qual é o principal objeto de culto não há dúvida que são as ervas, pois não há dúvida que o Catimbó é xamanista com muita práticas de pajelança, mas é baseado em Mestres, apesar de os Caboclos também participarem.
O Catimbó não é muito diferente ou melhor que outros cultos, como por exemplo os de origem afro-brasileira e não se pode dizer que suas entidades sejam de nível superior ou inferior aos guias da Umbanda (incluindo orixás).
Há também a manifestação de entidades da Kimbanda como Zé Pilintra, Maria Quitéria e Sete Catacumbas, todos em notável estado de
evolução e maturidade espiritual com grande sabedoria e facilidade de aconselhamentos, desobsessão, indicação de ervas medicinais e limpezas espirituais e curas materiais.
No Catimbó São Jerônimo é São Jerônimo e Xangô é Xangô.
São Jorge é São Jorge e não Ogum.
Existem muitas semelhanças em relação às giras, mas as essências são outras.
Os Mestres são Senhores da sua magia e não há hierarquia havendo muito respeito de um mestre para com outro mesmo para uma entidade irreverente como Zé Pelintra.
Sete Catacumbas vêm com toda força das práticas da sua cultura original e a sabedoria da Cabala Egípcia.
Qualquer mestre que fora adotado ou inserido com o tempo em cultos
umbandistas ou afro-brasileiros sentem-se totalmente "em casa" em um culto de catimbó, pois ali poderá ser ele mesmo sem regras ou dogmas dos quais se revestem em outros cultos.
O Catimbó pode ser considerado o avô da Umbanda, tem mais de 400 anos e a Umbanda quase 100 anos.
O Catimbó desenvolveu-se de forma paralela, mas independente das outras religiões no Brasil.
Os passes da Umbanda vêm da fumaçada feita com cachimbos e charutos invertidos que já existia no Catimbó.
É uma reunião alegre e festiva quando em sua forma de roda (ou gira), mas, pela falta da corrente doutrinária formal vários formatos serão encontrados, dependendo da "ciência", vidência, maturidade e ética de quem o dirige.
Maria Padilha das Sete Catacumbas
Vativa ficou totalmente arrepiada quando ouviu o que a bruxa lhe disse:
- Precisamos do sangue de um inocente!
- Sua mente imediatamente focalizou a imagem de Yorg, seu pequeno filho de apenas três anos.
Seus pensamentos vagaram por alguns instantes enquanto a mulher remexia em um pequeno caldeirão de ferro.
Estava ali por indicação de uma vizinha que conhecia o problema pelo qual estava passando.
Era casada, não tinha queixas do marido, mas de repente parece que uma loucura apoderou-se dela.
Apaixonara-se por um rapazote de dezessete anos, ela uma mulher de trinta, bela e fogosa não resistira aos encantos do adolescente e sua vida transformou-se em um inferno.
Já traíra seu marido algumas vezes, mas desta vez era algo fora do comum, não conseguia conceber a vida longe do rapaz.
Conversando com a vizinha, a quem contava tudo, esta aconselhou:
- Vá falar com a bruxa Chiara ela resolve o assunto para você.
- Pensou durante alguns dias e não resistiu, foi procurar pela feiticeira.
O ambiente era horrível e a aparência da mulher assustadora, alta, muito magra, com apenas dois dentes na boca, vestia-se inteiramente de preto e fora logo dando a solução:
- Vamos matar seu marido, aí você fica livre e se muda para outro povoado, bem distante, levando seu amante!
- Vativa ficou assustada, não era essa a idéia. Não tinha porque matar seu marido. Não havia um jeito mais fácil?
- De forma alguma, se o deixarmos vivo, quem morre é você! Mas não se preocupe eu cuido de tudo.
- Foi aí que ela falou do sangue inocente.
- A senhora está tentando dizer que tenho que sacrificar meu filho?
- Para fazer omelete, quebram-se ovos...
Vativa não estava acreditando, a mulher dizia barbaridades e sorria cinicamente.
Levantou-se e saiu correndo apavorada.
A risada histérica dada por Chiara ainda ecoava em seus ouvidos quando chegou a casa.
Desse dia em diante suas noites tornaram-se um tormento, bastava fechar os olhos para ver aquele homem (Sete Catacumbas) todo de preto que a apontava com uma bengala:
- Agora você tem que fazer!
- Em outras ocasiões ele dizia:
- Você não presta mesmo, nunca prestou!
- Vativa abria os olhos horrorizados e não conseguia mais dormir.
Uma noite, já totalmente transtornada com a aparição freqüente, saiu gritando pela casa.
Ouvindo os gritos da mãe o pequeno Yorg acordou e desatou a chorar.
Sem saber como, a faca apareceu em sua mão.
- Cale a boca garoto dos infernos!
- A lâmina penetrou por três vezes no pequeno corpo.
Retomando a consciência não suportou a visão do crime cometido e caiu desmaiada.
Na queda, a vela que iluminava o pequeno ambiente caiu-lhe sobre as vestes e em pouco tempo o fogo consumia tudo.
Por muitos anos o espírito de Vativa vagou até conseguir a chance de evoluir junto a um grupo de trabalhadores de esquerda, mas se há uma coisa que ela odeia é relembrar o fato, por isso poucas vezes o comenta.
Com posto garantido na falange do cemitério detesta ser lembrada
para amarrações e perde a compostura quando há um pedido do gênero.
Hoje todos a conhecem pela grandeza dos trabalhos que pratica na linha da guardiã Maria Padilha das Sete Catacumbas ao lado do Senhor Exú das Sete Catacumbas,pois todo médium que recebe Seu Sete recebe também Maria Padilha das Sete Catacumbas em algumas ocasiões, caso contrário após muito tempo recebendo somente Seu Sete
passa a sentir-se pesado.
Saravá Maria Padilha das Sete Catacumbas!
A denominação "Exu", acrescida de títulos identificadores, refere-se a espíritos tanto masculinos quanto femininos; estes últimos, mulheres desencarnadas, são as famosas pombas-giras.
Existe uma hierarquia de Exus com seus respectivos Reinos, chefes e subordinados aos quais relacionam-se atribuições mais ou menos específicas.
São 7 reinos Reinos; cada Reino possui 9 povos, num total de 63 povos de Exu. São eles * [DOS VENTOS, Mario. Na Gira do Exu: The Brazilian Cult of Quimbanda. [Trad. Ligia Cabús], p 35]:
1.Reino das Encruzilhadas
Chefiado por Exu Rei das Sete Encruzilhadas e Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, governa todas as passagens dos Exus que ali trabalham.
Sua função principal é abrir os caminhos para os outros Guias chegarem e também para os filhos e fregueses.
Os seguintes povos pertence a este reino:
Povo da Encruzilhada da Rua - Chefe Exu Tranca-Ruas
Povo da Encruzilhada da Lira - Chefe Exu Sete Encruzilhadas
Povo da Encruzilhada da Lomba - Chefe Exu das Almas
Povo da Encruzilhada dos Trilhos- Chefe Exu Marabô
Povo da Encruzilhada da Mata - Chefe Exu Tiriri.
Povo da Encruzilhada da Kalunga - Chefe Exu Veludo
Povo da Encruzilhada da Praça - Chefe Exu Morcego
Povo da Encruzilhada do Espaço - Chefe Exu Sete Gargalhadas
Povo da Encruzilhada da Praia - Chefe Exu Mirim
2.Reino dos Cruzeiros
Os seguintes povos pertencem a este reino:
Povo do Cruzeiro da Rua - Chefe Exu Tranca Tudo
Povo do Cruzeiro da Praza - Chefe Exu Kirombó
Povo do Cruzeiro da Lira - Chefe Exu Sete Cruzeiros
Povo do Cruzeiro da Mata - Chefe Exu Mangueira
Povo do Cruzeiro da Calunga - Chefe Exu Kaminaloá
Povo do Cruzeiro das Almas - Chefe Exu Sete Cruzes
Povo do Cruzeiro do Espaço - Chefe Exu 7 Portas
Povo do Cruzeiro da Praia - Chefe Exu Meia Noite
Povo do Cruzeiro do Mar - Chefe Exu Calunga (Calunga grande)
3.Reino das Matas
Chefiado pelo Exu Rei das Matas e Pombagira Rainha das Matas.
Governa todos os Exus que trabalham nas matas ou locais que tenham árvores a exceção do Cemitério, que pertence a outro reino.
São os povos deste reino:
Povo das Árvores - Chefe Exu Quebra Galho
Povo dos Parques - Chefe Exu das Sombras
Povo da Mata da Praia - Chefe Exu das Matas
Povo das Campinas - Chefe Exu das Campinas
Povo das Serranias - Chefe Exu da Serra Negra
Povo das Minas - Chefe Exu Sete Pedras
Povo das Cobras - Chefe Exu Sete Cobras
Povo das Flores - Chefe Exu do Cheiro
Povo da Sementeira - Chefe Exu Arranca Tôco
4.Reino da Calunga Pequena (Cemitério)
Governado pelo Exu Rei das Sete Calungas ou Calungas e Pombagira Rainha das Sete Calungas.
Esses Exus também são chamados pelo nome de Rei e Rainha dos Cemitérios.
Geralmente quando se diz "calunga" nas giras de Quimbanda é para nomear ao cemitério.
Trabalham neste reino todos os Exu que moram dentro dos cemitérios. Pertencem a este reino:
Povo das Portas da Kalunga.- Chefe Exu Porteira
Povo das Tumbas.- Chefe Exu Sete Tumbas
Povo das Catacumbas.- Chefe Exu Sete Catacumbas
Povo dos Fornos.- Chefe Exu da Brasa
Povo das Caveiras.- Chefe Exu Caveira
Povo da Mata da Kalunga.- Chefe Exu Kalunga (conhecido também como Exu dos Cemitérios)
Povo da Lomba da Kalunga.- Chefe Exu Corcunda
Povo das Covas - Chefe Exu Sete Covas
Povo das Mirongas e Trevas - Chefe Exu Capa Preta (conhecido também como Exu Mironga)
5.Reino das Almas
Chefiado por Exu Rei das Almas, Omulu e Pombagira Rainha das Almas ou Rei e Rainha da Lomba, Governam todos os Exus que trabalham em locais altos.
Os Exus deste reino também trabalham em hospitais, morgues, etc..
São deste reino:
Povo das Almas da Lomba - Chefe Exu 7 Lombas
Povo das Almas do Cativeiro- Chefe Exu Pemba
Povo das Almas do Velório- Chefe Exu Marabá
Povo das Almas dos Hospitais - Chefe Exu Curadô
Povo das Almas da Praia - Chefe Exu Giramundo
Povo das Almas das Igrejas e Templos .- Chefe Exu Nove Luzes
Povo das Almas do Mato - Chefe Exu 7 Montanhas
Povo das Almas da Kalunga - Chefe Exu Tatá Caveira
Povo das Almas do Oriente - Chefe Exu 7 Poeiras
6. Reino da Lira
Os chefes deste reino são muito mais conhecidos por seus nomes sincréticos: Exu Lúcifer e Maria Padilha.
Seus nomes quimbanda: Exu Rei das Sete Liras e Rainha do Candomblé (ou Rainha das Marias).
Os apelidos referem-se à sua afinidade com a dança, a música e a arte (lira e candomblé).
Dentro do reino da Lira, que também às vezes é chamado "reino do candomblé" não pelo culto africano aos orixás, mas por ser essa palavra, "Lira", relacionada de dança e música ritual.
Trabalham aqui todos os Exus que têm afinidade com a arte, a música, poesia, boemia, artes ciganas, malandragem, etc..
Pertencem a este reino:
Povo dos Infernos - Chefiado por Exu dos Infernos
Povo dos Cabarés - Chefiado por Exu do Cabaré
Povo da Lira - Chefiado por Exu Sete Liras
Povo dos Ciganos - Chefiado por Exu Cigano
Povo do Oriente - Chefiado por Exu Pagão
Povo dos Malandros - Chefiado por Exu Zé Pelintra
Povo do Lixo - Chefiado por Exu Ganga
Povo do Luar - Chefiado por Exu Malé
Povo do Comércio - Chefiado por Exu Chama Dinheiro
* Lira é, também, uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, atualmente, região de Kampala, capital de Uganda - África. Esta referência parece ser mais precisa no que se refere à denominação Reino da Lira.
7. Reino da Praia
Governado por Exu Rei da Praia e Rainha da Praia.
Inclui todos os Exus que trabalham nas praias, perto das águas ou dentro delas, salgadas ou doces.
São seus povos:
Povo dos Rios - Chefiado por Exu dos Rios
Povo das Cachoeiras - Chefiado por Exu das Cachoeiras
Povo da Pedreira - Chefiado por Exu da Pedra Preta
Povo do Marinheiros - Chefiado por Exu Marinheiro
Povo do Mar - Chefiado por Exu Maré
Povo do Lodo - Chefiado por Exu do Lodo
Povo dos Baianos - Chefiado por Exu Baiano
Povo dos Ventos - Chefiado por Exu dos Ventos
Povo da Ilha.- Chefiado por Exu do Côco
Os sete reinos referem-se aos sete caminhos que uma pessoa deve percorrer ao longo de sua vida, sete vivências que são experimentadas, sete metas a serem cumpridas:
1. Desenvolvimento da Espiritualidade
2. A relação com as coisas materiais
3. O nascimento das crianças, os filhos, a reprodução
4. A riqueza, a prosperidade e a saúde
5. O trabalho físico em todos os seus aspectos
6. O prazer em geral
7. O amor em todas as suas manifestações
sábado, 24 de setembro de 2011
Ibeji oro Afemari
Ìbejì òrò Afémári
Ìbejì, que afasta toda espécie de malWíní Wíní lójú orogún
Pequeninos aos olhos de orogún
Wòwò lójú ìyá rè
Delicados aos olhos da mãe
Edun péléngé ori
O Edun magro que vive na copa da arvore
Má je kí a ríkú omodé
Livra-nos da
Má je kí a ríkú àgbà
Livra-nos da morte dos adultos!
Enì ti kò ri omo bi
A quem não tem filhos
Fún ní omo
Dê filhos
Edun ò, wá towó àgàn bo osùn.
O Edun, faça com que aquele que não tem filhos, arranje um para por no colo
Fún wá ní àlàfia pèlú ìdúnnú o
Dê muita saúde e prosperidade para nós
Sówa lokó, lodò
Protege-nos por toda parte!
Kí o tún sówa ní àárin ìgbé
Protege-nos ainda mais dentro da mata.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Cambono
CAMBONO: MÉDIUM DE SUSTENTAÇÃO.
Cambono é um secretário das entidades. Ele zela pelo bom atendimento, ajuda a dinamizar as consultas, facilita o trabalho das entidades e serve também como intérprete destas.
O Cambono, médium de sustentação, é aquele trabalhador, com mediunidade ostensiva ou não, que está presente ao trabalho, mas que não participa diretamente do fenômeno nem dos procedimentos de incorporação mediúnica para atendimentos.
Como o próprio nome diz, embora não esteja envolvido diretamente no fenômeno ou na assistência, faz a sustentação energética do trabalho, mantendo o padrão vibratório elevado por meio de pensamentos e sentimentos elevados.
Ao contrário do que se pensa, os médiuns cambonos de sustentação são tão importantes quanto os médiuns de incorporação, pois são eles que ajudam a garantir segurança, firmeza e proteção para o grupo e para o trabalho, enquanto os médiuns de atendimento fazem a sua parte e desenvolvem o trabalho assistencial.
Além disso, são eles também que ajudam os médiuns de incorporação, como já foi escrito linhas acima.
Considerando esse papel, podemos listar alguns requisitos importantes para os médiuns de sustentação:
Responsabilidade
Tanto quanto o médium de incorporação, o médium cambono de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e os seus colegas médiuns ou não.
Tanto quanto o médium de incorporação, o médium cambono de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e os seus colegas médiuns ou não.
Firmeza mental e emocional
Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium cambono de sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.
Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium cambono de sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.
Equilíbrio vibratório
Como trabalha principalmente com energias – que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos o cambono, médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.
Para isso, deve observar sempre a prática do Evangelho no Lar, ou algo similar, bem como a preparação necessária na noite que antecede o trabalho e no dia propriamente dito, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental, dos banhos ritualísticos, da firmeza da sua guarda, etc.
Compromisso com a casa, o grupo, os Guias Espirituais e os assistidos
O cambono, médium de sustentação deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados:
• Com a casa que trabalha: conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los. Explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição.
• Com o grupo de trabalhadores em que atua: evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou o seu coordenador; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho.
• Com os Guias Espirituais: lembrando que eles contam também com os médiuns cambonos de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência. Os Guias Espirituais devem ser atendidos com presteza e respeito.
• Com os assistidos: encarnados e desencarnados, que contam receber ajuda na Casa e não devem ser prejudicados pelo não comparecimento de trabalhadores. Todos deverão ser recebidos e tratados com esmero, dedicação, respeito e educação.
Como trabalha principalmente com energias – que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos o cambono, médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.
Para isso, deve observar sempre a prática do Evangelho no Lar, ou algo similar, bem como a preparação necessária na noite que antecede o trabalho e no dia propriamente dito, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental, dos banhos ritualísticos, da firmeza da sua guarda, etc.
Compromisso com a casa, o grupo, os Guias Espirituais e os assistidos
O cambono, médium de sustentação deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados:
• Com a casa que trabalha: conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los. Explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição.
• Com o grupo de trabalhadores em que atua: evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou o seu coordenador; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho.
• Com os Guias Espirituais: lembrando que eles contam também com os médiuns cambonos de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência. Os Guias Espirituais devem ser atendidos com presteza e respeito.
• Com os assistidos: encarnados e desencarnados, que contam receber ajuda na Casa e não devem ser prejudicados pelo não comparecimento de trabalhadores. Todos deverão ser recebidos e tratados com esmero, dedicação, respeito e educação.
Ausência de preconceito
O cambono, médium de sustentação não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os dirigentes, mentores, etc.
Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.
O cambono, médium de sustentação não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os dirigentes, mentores, etc.
Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.
Discrição
O cambono, médium de sustentação nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, às informações que ouve os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios.
Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio de se esclarecer dúvidas e transmitir novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final dos trabalhos.
O cambono, médium de sustentação nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, às informações que ouve os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios.
Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio de se esclarecer dúvidas e transmitir novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final dos trabalhos.
Coerência:
Tanto quanto o médium de incorporação, o cambono, médium de sustentação deve manter conduta sadia e elevada, dentro e fora da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos.
Como vemos, as responsabilidades dos cambonos, médiuns de sustentação são as mesmas que a dos médiuns ostensivos, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade.
Tanto quanto o médium de incorporação, o cambono, médium de sustentação deve manter conduta sadia e elevada, dentro e fora da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos.
Como vemos, as responsabilidades dos cambonos, médiuns de sustentação são as mesmas que a dos médiuns ostensivos, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade.
CONCLUSÃO
Como vimos, não é tão fácil ser um cambono. Para ser um, é preciso aprender tudo sobre os Orixás, os Guias Espirituais, o Templo e, principalmente, sobre a conduta que deve adotar para, depois, se for o caso, ser um bom médium de incorporação e alcançar a evolução espiritual até o Pai Maior.
Fonte:Como vimos, não é tão fácil ser um cambono. Para ser um, é preciso aprender tudo sobre os Orixás, os Guias Espirituais, o Templo e, principalmente, sobre a conduta que deve adotar para, depois, se for o caso, ser um bom médium de incorporação e alcançar a evolução espiritual até o Pai Maior.
TRECHO EXTRAÍDO DO LIVRO: O ABC DO SERVIDOR
quarta-feira, 27 de julho de 2011
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